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Sistema Escrito; Maturidade Grafomotora
Publicado em: 22/12/2014

S ISTEMA ESCRITO: MATURIDADE GRAFOMOTORA

Escrever é utilizar um sistema de símbolos gráficos padronizados que são usados para a expressão e registro de ideias. Contudo, este tem uma estrutura sequencial que empregam símbolos e códigos de forma organizada.


Para escrever o indivíduo deve ter habilidades que incluem a organização do ato motor.


A grafomotricidade é um conjunto de processos motores relacionados com a atividade gráfica seja ela escrita (símbolos) ou desenhos (pictórica).


A maturidade motora é o resultado das lentas e progressivas aquisições no plano motor, cognitivo, afetivo e social.


Hoje em dia, pelos adventos tecnológicos e pelo uso excessivo da televisão, a criança faz menor uso do corpo para explorar o espaço e, a escola, propõe o início da escrita bastão e cursiva, simultaneamente, cada vez mais cedo em uma fase em que a criança ainda não tem a maturidade neuropsicomotora para tal.


Desta forma, as crianças acabam tendo um desgaste desnecessário que prejudica a sua escolarização e a motivação para a aprendizagem.
Para escrever, a criança tem que ter bases neurofuncionais amadurecidas para responder a esta demanda.

 

A letra cursiva, por exemplo, exige da criança traçados mais complexos que a letra bastão que, em muitos casos, a criança que se encontra do primeiro ao terceiro anos ainda não tem as habilidades necessárias amadurecidas. Para agravar o caso, a letra impressa tem uma semelhança espacial tão grande, se comparada com a letra bastão, que a criança acaba confundindo as letras e prejudicando seu processo de alfabetização.

 

Se analisarmos as vogais e consoantes apresentadas para uma criança, durante seu processo de alfabetização, podemos notar como a questão espacial pode influenciar o processo de leitura. a/e, n/u, v/u, j/i, o/u. m/n, p/b, f/l, q/g, d/b, p/d.


Ela necessita ter uma coordenação fina dos movimentos, um desenvolvimento espacial, uma organização rítmica e postural, independência dos braços em relação ao tronco, seguido do antebraço em relação ao braço, da mão em relação ao antebraço chegando a independência dos dedos.


Além disso, é necessário um controle inibitório da motricidade fina que permitirá um traço controlado e seguro


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